sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Consumo de Arla 32

     Desde quando a tecnologia de tratamento dos gases, Euro 5 foi implantada por aqui em janeiro de 2012, a preocupação com o consumo do Arla 32 é relevante.

     * 5% em relação ao consumo de diesel, ex: 2,35 km/l de diesel, 117,5 m/l.

     * 1 litro x 50 km

     * 1 galão x 117,5 milhas

Obs. Números expressam uma média, quem tiver números, comente abaixo.



terça-feira, 20 de setembro de 2016

Ford F-750

Motor: Perkins 6357, 5843 cc, 140 hp à 3000 rpm e 40 mkgf à 1350 rpm

Caixa: 5 marchas sincronizadas

Diferencial simples: 6,83 ou 7,20

Diferencial com redução: 6,39/8,78 ou 6,65/9,13

Entre-eixos: 3,96 - 4,42 - 4,93 - 5,38 m

Pneus dianteiros: 900x20

Pneus traseiros: 1000x20



domingo, 11 de setembro de 2016

Comparativo de pneus 295 x single (385)

     Difundido a um certo tempo o pneu single (385/65 R 22,5) foi ganhando espaço em sider, carreta de transportes químicos, baú, etc. Já o 295/80 R 22,5 sem câmara foi divulgado no fim dos anos 80, inclusive o Volvo N10 e N12 poderiam vir com este pneu.
     Abaixo um pequeno comparativo, informando suas medidas:
     295/80 R 22,5: largura do pneu: 295 mm, flanco: 236 mm, altura: 1043 mm

     385/65 R 22,5: largura do pneu: 385 mm, flanco: 250 mm, altura: 1187 mm

     Agora comparando os dois na montagem, onde o 295 está em dupla e o 385 está sozinho, o 295 se destaca pelo maior contato com solo:

     295 x 2: 590 mm x 385 mm do single, uma diferença de 205 mm ou 53,2 %

Prós x contras


   


sábado, 3 de setembro de 2016

Volkswagen Constellation 31.370 6x4

Motor: MWM NGD370, 6 cilindros, 9354 cc, 367 hp à 2000 rpm e 163,3 mkgf entre 1100-1400 rpm


Caixa: ZF16S 1685TD, 16 marchas (4+4+reduzidas+2 ré)

Diferencial: Meritor MT50-168, na relação 4,10

Entre-eixos: 4,80 e 5,94 m

CMT: 63 t


Serviço vocacional


                                                       
NGD370

domingo, 28 de agosto de 2016

QUALIDADE DO SERVIÇO X MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS – Parte 3/3

Lógica aplicada às transportadoras
No primeiro artigo da nossa série “Transportadoras em Santos – QUALIDADE DO SERVIÇO X MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS”, citamos os principais problemas que podem incorrer na utilização de uma mão de obra desqualificada. (link 1)
No segundo artigo (link 2), quantificamos o prejuízo gerado pelos problemas citados no primeiro, e comparamos com o gasto pela contratação de uma mao de obra qualificada, que minimizaria as ocorrências.
Agora, na terceira e última parte, vamos aplicar essa lógica na contratação de transportadoras.
Um caminhão inadequado para o peso da carga transportada, com pneus, freios e suspensão desgastados e motorista irresponsável está muito mais propício a multas nas estradas, quebras/falhas mecânicas/elétricas, acidentes e atrasos. Transportadoras que trabalham com esse tipo de veículo / motorista recebem poucas ofertas de serviço, e aceitam remunerações abaixo do mercado para fazer determinados transportes.
Um motorista que possua caminhão novo, em bom estado e que seja responsável, pontual, educado e com preço dentro do mercado, estará sempre com trabalho, e uma transportadora terá que pagar mais caro pelo seu serviço.
Essa diferença no frete se reflete, naturalmente, na tarifa final a ser cobrada do cliente. Adiferença da qualidade também, porém é mais difícil de ser percebida por ele.
Isso ocorre porque estamos lidando com PROBABILIDADES. Nem sempre um caminhão ruim e um motorista descomprometido atrasam, quebram ou geram problemas... se um cliente fizer 5 containers em um ano, provavelmente não terá nenhum problema durante o ano inteiro. No entanto, a médio / longo prazo, o evento IRÁ ocorrer (e o prejuízo também). Se um cliente faz 10 containers/mês, no 2º ou 3º mês, ele certamente terá tido problemas (e os primeiros prejuízos).
Dessa forma, podemos concluir que tudo é questão de probabilidade. A probabilidade de problemas ocorrerem com clientes grandes e pequenos é a mesma... a diferença é que o cliente que possui 100 containers / mês vai ter o problema antes do que o cliente que possui 5 containers / mês, e, consequentemente, será mais sensível a alterações na qualidade do serviço prestado.
Sendo assim, o argumento por vezes utilizado de que “o importante é que a carga chegue no local / horário combinados, independentemente das condições do transporte realizado”, seria correto se as probabilidades de ocorrência de problemas fossem as mesmas para veículos/motoristas bons e ruins. No entanto, não o é, e, a médio / longo prazo, à medida que os problemas vão acontecendo, dá-se conta de que custos extras pontuais (perda de navio, paralização da produção devido a atraso na entrega, quebra de estoque, perda de vendas, perda de clientes, acidentes de trânsito, armazenagem, demurrage) superam o custo de, por exemplo, R$ 200,00 a mais pagos pela qualidade superior do serviço.
Dessa forma, é muitíssimo importante avaliar, SEMPRE, as condições do serviço de transporte que será prestado, de forma a prevenir surpresas e situações indesejadas.



quinta-feira, 18 de agosto de 2016

domingo, 7 de agosto de 2016

Scania P250 DB 4x2

Motor: DC09 109, 5 cilindros, 9,3 l, 250 hp à 1800 rpm e torque de 117 mkgf entre 1000 e 1300 rpm

Caixa: GR905, com 8 marchas com Crawler (série) e GRS895 de 12 marchas e Opticruise (opc.)

Diferencial: R780, nas relação 3,08 - 3,27 (série) - 3,42 - 3,80

Entre-eixos: 3,30 - 3,90 - 4,70 - 5,10 (série) - 5,50 - 6,30 m

CMT: 45 t