sábado, 16 de dezembro de 2017

O QUE É A PALETIZAÇÃO DE CARGA?

Umas das maneiras mais comuns de se unir e condicionar uma carga é por meio da paletização: um processo onde caixas, sacos, ou volumes, são empilhados uns sobre os outros, em uma base, geralmente feita de madeira, plástico ou metal.
Você pode também checar nosso artigo explicando sobre Unitização de Cargas - Formas de acondicionamento de mercadorias para transporte de containers, para entender melhor o que é uma carga paletizada e quais as vantagens e desvantagens de realizar o transporte de cargas unitizadas dessa forma.
A paletização é feita para que os materiais que formam o estoque sejam estabelecidos no intuito de que o espaço seja otimizado, mantendo-o o mais organizado possível. Além disso, a unitização de diversos volumes menores em um pallet facilita a movimentação dos mesmos, proporcionando rapidez e agilidade no terminal de carga, armazem da transportadora ou fabrica do cliente. Também para acondicionamento em containers que serão preparados para serem embarcados, ou para serem armazenados em um recinto alfandegado à espera da liberação da receita federal para realização do  transporte da carga.
Durante a paletização, alguns procedimentos são essenciais para que a segurança da sua carga seja preservada. Alguns deles são:
  • Empilhamento: Quanto mais volumes na base, melhor. Portanto, caso haja caixas de diferentes tamanhos, é aconselhável iniciar-se pelas menores para que se tenha um número maior delas na parte de baixo e melhorar a estabilidade do empilhamento.
  • Stretch: Uma técnica, que é utilizada para envelopar a mercadoria, é utilizar a fita de proteção stretch (a mesma que vemos em aeroportos para proteger a mala de furtos e danos). Ao passar a fita, diminui-se as chances da mercadoria cair com algum balanço, ou ter a caixa danificada, e também se torna mais seguro e eficiente ao realizar movimentações com empilhadeira.
  • Altura: É importante e indicado que altura máxima do empilhamento da mercadoria seja de até 1,90m.

Por Nicholas AndrewDa RodoQuick, em Santos - 04/12/2017 - Edição 027

domingo, 24 de setembro de 2017

Bitrenzão Guerra grade baixa

Para 26 m, 6650 kg na 1ª carreta e 7100 kg na 2ª

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

7 DICAS PARA ECONOMIZAR COMBUSTÍVEL EM CAMINHÕES

1. Calibre os pneus
Sempre é válido reforçar, rodar com os pneus em calibragem inadequada pode afetar o desempenho do veículo e fazer com que o motor tenha de trabalhar mais, aumentando o consumo de combustível. Assim, cuide para que na manutenção dos veículos este item seja devidamente atendido.
2. Não exceda a carga do veículo
Além de ser uma prática ilegal e altamente perigosa, o transporte com excesso de peso nos veículos também exige que o motor trabalhe mais aumentando consequentementeo gasto comcombustível.
3. Não dirija em ponto morto
Apesar de alguns motoristas acreditarem que essa prática ajuda a economizar combustível, dirigir em ponto morto pode causar justamente o oposto: aumentando o consumo. Isso acontece devido ao sistema de injeção eletrônica entender que o veículo está em marcha-lenta, o que resulta num pedido de combustível maior por parte do sistema. Assim, em quinta marcha, por exemplo, a rotação sobe e o sistema da injeção eletrônica entra em ação. Ele entende que o motor está funcionando por meio de um embalo e como não há aceleração, ele corta a passagem de combustível.
4. Realize a troca de marcha corretamente
Trocar de marcha no momento ideal ajuda a evitar acelerações desnecessárias ou a perda de velocidade. Importante ressaltar também que, muito além de tratar apenas da mera manutenção dos veículos da frota de caminhões, esta é uma questão de segurança imprescindível para a sua equipe
5. Realize manutenções periódicas
As manutenções periódicas ajudam a encontrar determinados problemas antecipadamente para que seja possível realizar o conserto antes que eles se desenvolvam e acarretem em maiores prejuízos. Isso acontece porque algumas peças — como o filtro de ar e o filtro de combustível — contribuem para o aumento do consumo de combustível quando não estão funcionando adequadamente.
6. Mantenha uma rede de postos confiáveis para abastecimento
Infelizmente, os gestores de frotas estão acostumados a lidarem com combustíveis de má qualidade, fornecedores duvidosos, entre outros fatores recorrentes. Portanto, é importante desenvolver contatos estratégicos e criar uma verdadeira rede de postos confiáveis e parceiros, de forma a saber a procedência do combustível e ter a confiança em sua qualidade.
7. Planeje as rotas
O planejamento das rotas ajuda a traçar caminhos otimizados, levando em consideração, claro, os aspectos mais evidentes, como as condições das vias, o trânsito local e até mesmo restrições de veículos.
Nenhuma dessas dicas será útil se os motoristas não forem conscientizados a respeito dos cuidados com o veículo e da direção adequada.
Para conseguir economizar combustível é essencial mudar algumas rotinas, fazer um planejamento e segui-lo. Entretanto, também é primordial que essa ideia seja transmitida à equipe e que a economia faça parte do dia a dia de toda a transportadora.
Fonte: Busvision

domingo, 3 de setembro de 2017

GERENCIAMENTO DE RISCOS NO TRANSPORTE DE CARGAS

O gerenciamento de riscos nas operações de transporte de cargas é fundamental para que sua empresa consiga reduzir custos e encantar seus clientes. Quanto menores forem os índices – pode acreditar – a vontade de fechar o acordo de fretamento com sua empresa será inversamente maior.
O que as grandes organizações já entenderam, é que o processo de gerenciamento de riscos não começa no carregamento do frete e termina com a chegada da carga a seu destino
. Não! O verdadeiro gerenciamento de riscos já começa no recrutamento de sua equipe de colaboradores e continua no pós-venda, garantindo, assim, o controle de todo o processo de gestão, desde a abertura da garagem até a chegada do produto às instalações do cliente.
Continue a leitura e entenda como gerir o verdadeiro ciclo de gestão riscos nas operações de transporte. Vamos lá!
O planejamento de gerenciamento de riscos no transporte de cargas
O gerenciamento de riscos propriamente dito pode ser dividido em quatro etapas:
  1. Identificação dos riscos;
  2. Análise dos riscos;
  3. Avaliação dos riscos;
  4. Tratamento para minimizar as possibilidades de acidentes e incidentes.
As fases de identificação, análise e avaliação dos riscos é feita da seguinte forma: considera-se o valor da carga, as condições do trajeto – qualidade das estradas e índices de violência – para, então, escolher a melhor equipe para execução da entrega.
A parte de tratamento corresponde ao reconhecimento e à implementação das soluções tecnológicas e medidas preventivas que poderão reduzir os riscos identificados. Para tanto, boas empresas de transporte de carga costumam utilizar as seguintes ferramentas:
  • Sistemas de rastreamento via GPS;
  • Monitoramento da frota via sistema de câmeras embarcadas ou DVR Veicular;
  • Escolta, se preciso;
  • Rotograma falado.
Não é um processo simples, afinal de contas, diversos pontos devem ser observados, como custos, segurança, monitoramento da equipe e do veículo e atendimento ao cliente.
Sendo assim, trata-se de uma ação que requer precisão cirúrgica para dar certo.
Soluções tecnológicas no gerenciamento de riscos
Os recursos tecnológicos permitem que sua empresa execute com rapidez e assertividade o processo de monitoramento dos colaboradores e do veículo, o que propicia, também, a redução de custos com eventuais danos à carga, multas ambientais e processos judiciais, conforme já mencionamos neste texto. Aliás, existem ferramentas capazes de diminuírem consideravelmente os gastos em cada operação.
É o caso do computador de bordo, um dispositivo que concede informações sobre a quantidade de combustível consumida durante o trajeto e o número de freadas, por exemplo.
Com esses dados, você pode descobrir se o colaborador seguiu ou não as orientações de direção e entender a razão de tal comportamento, visando a melhoria por meio de treinamentos e descobrindo novas alternativas para tornar suas instruções mais claras.
Contudo, o gerenciamento de riscos enquanto processo operacional da empresa, não termina no momento em que um planejamento completo é traçado e o caminhão sai da garagem. Tampouco começa com a identificação de riscos.
Na verdade, a prevenção de riscos nunca é plena. Ela deve buscar sempre a redução dos índices de acidentes, furtos, multas e tudo o mais que “sugue” as reservas financeiras do negócio.
Descarregamento e atendimento: duas vias para o sucesso
Pode-se dizer que o descarregamento é a última parte do processo de gerenciamento de riscos. Afinal de contas, a carga já foi entregue e o serviço praticamente concluído.
Mas, é aqui que começa o verdadeiro trabalho de identificação de eventuais falhas que tenham ocorrido durante o trajeto, reiniciando o ciclo de identificação de novos riscos, análise, avaliação e procura por ferramentas e métodos que possam minimizar problemas e maximizar ainda mais o desempenho.
Nessa etapa, é fundamental ouvir o que o cliente tem a dizer, além de conferir os relatórios gerados pelas soluções tecnológicas e pela avaliação do gestor de operações. O atendimento dará insights para mais correções, demonstrando que sua empresa se importa com a opinião do cliente e aumentando suas chances de fidelização. Nada mal, não é?
Fonte: Busvision 
Por Nicholas AndrewDa RodoQuick, em Santos - 30/05/2017 - Edição 021

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Rodotrem 11 eixos canavieiro Librelato

* Respeita o comprimento máximo de 30 m
* PBTC de 91 t
* 180 m³ de cana picada (seu peso médio por m³ é aproximadamente 350 kg, multiplicando por 180 chega-se a 63 t)




sábado, 5 de agosto de 2017

Rodotrem tanque Randon Multi-setas

     Mais uma opção no mercado, o rodotrem, visto que no próprio site da Randon não consta o tal modelo. Talvez seja por encomenda, a Simarelli adquiriu cerca de 20 engatado no New FH 540.
     Vamos às capacidades:
     * 57.000 l quando abastecido com biodiesel, 58.000 l com diesel, 60.000 l com etanol e 62.000 l com gasolina.

     * Primeiro implemento pesa 6550 kg, o dolly 2840 kg e o último, 6360 kg.